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Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física 2021

QUEM ESTÁ NA OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO EM 2021

  • Recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70;
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, (como de poupança) cuja soma foi superior a R$40.000,00;
  • Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias futuros e assemelhadas;
  • Atividade rural;

Obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;

Pretenda compensar, no ano-calendário de 2020 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2020;

  • Teve a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, em 31 de dezembro de valor total superior a R$300.000,00;
  • Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31 de dezembro;
  • Optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo  produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 dias contando da celebração do contrato de venda, nos termos art. 39 da Lei n°11.196, de 21 de novembro de 2005;
  • Os contribuintes que receberam o auxilio emergencial por conta da pandemia da Covid-19 são obrigados a declarar o Imposto de Renda da Pessoa Física, caso tenham recebido, junto com o auxílio, outros rendimentos tributáveis em valor anual superior a R$22.847,76. O contribuinte que tiver rendimentos maior que esse valor deve devolver o auxilio emergencial;
  • A pessoa física, mesmo desobrigada, pode apresentar a Declaração de Ajuste Anual.

O QUE FAZER?

  • Ultima declaração (obrigatório);
  • Documentos pessoais (Identidade, Título de Eleitor);
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimento anual (trabalho, aposentadoria e aluguéis);
  • Extratos Bancários específicos para imposto de renda (Conta Corrente, Poupança e aplicações Financeiras);
  • Extratos do FGTS (caso tenha efetuado o saque);
  • Comprovantes de despesas: entidades de ensino, saúde que tenham o CNPJ ou CPF do profissional;
  • Comprovante de compra e venda de bens no ano de 2020 (Escrita de imóveis, IPTU, Contrato particular de compra e venda, Placa e RENAVAM de veículo, embarcação e aeronave).

PRAZO 01 de março a 30 de abril de 2021

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